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	<title>Gustavo D. Fischer &#187; mídia</title>
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	<description>Comunicação / Arqueologia da Mídia / Memória das/nas Mídias Online / Tecnocultura / IA-Imagens</description>
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		<title>Adeus iGoogle</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 14:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[gustavo]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das questões que sempre me aflige na web é a descontinuidade de suas interfaces. Acho que vem do meu desejo de “não botar nada fora” que vitimiza minhas gavetas e armários desde sempre. Só que de fato essa descontinuidade &#8230; <a href="https://gustavofischer.com.br/adeus-igoogle/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das questões que sempre me aflige na web é a descontinuidade de suas interfaces. Acho que vem do meu desejo de “não botar nada fora” que vitimiza minhas gavetas e armários desde sempre.</p>
<p>Só que de fato essa descontinuidade se torna oportunidade, agora que eu passo cada vez mais a pensar sob uma perspectiva “mídia-arqueológica” em relação a essas situações. Mas ainda, na minha cabeça, paira aquela ideia de “quem vai guardar esses momentos?” E como? E, tão importante quanto: o que vamos fazer com esses materiais, como produzimos deslocamentos para fazerem esses materiais produzirem conosco para pensar o que é a web, a mídia e a tecnocultura (audiovisual) de nosso tempo?</p>
<p>É por isso que este primeiro post não começa como um “Hello World”, mas sim com um hello world disfarçado de comentário bem específico: o Igoogle vai morrer em uma semana. Todo o dia (desde que dia? não sei!) eles postam um aviso quando a gente acessa, como esse:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://gustavofischer.com.br/adeus-igoogle/igoogle8days/" rel="attachment wp-att-1920"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1920" title="igoogle8days" src="http://gustavofischer.com.br/wp-content/uploads/igoogle8days-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Update: 30 dias é o tempo de “contagem regressiva” segundo <a href="http://www.seroundtable.com/igoogle-30-day-shut-down-warning-17454.html">esse site.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas é possível pensar como essa crônica online de uma morte anunciada vem sendo construída há um bom tempo,<a href="http://googleblog.blogspot.com.br/2012/07/spring-cleaning-in-summer.html"> mais precisamente desde julho do ano passado.</a>, juntamente com outros serviços (e suas interfaces por conseguinte).</p>
<p>De fato, a morte do igoogle é a tal aposta em uma formatação de “apps” para a web e fora dela, conforme o próprio texto do Google diz:</p>
<blockquote><p>On November 1, 2013, <strong>iGoogle</strong> will be retired. We originally launched iGoogle in 2005 before anyone could fully imagine the ways that today’s web and mobile apps would put personalized, real-time information at your fingertips. With modern apps that run on platforms like <a href="https://www.google.com/intl/en/chrome/browser/">Chrome</a> and <a href="http://www.android.com/">Android</a>, the need for iGoogle has eroded over time, so we’ll be winding it down. Users will have 16 months to adjust or export their data.</p></blockquote>
<p>Haverá espaço na web para um clube dos cultuadores de práticas antigas de “personalized real-time information”? Mais ou menos como um clube que cultua carros antigos. Mas para os usuários que protestam, não é isso que está em jogo, é a perda do conforto de um serviço que vai de encontro a um imaginário de eterno, infinito, 360º de atendimento do google que nos cerca.  A ideia de contagem regressiva e o número de protestos me faz pensar sobre um doente desenganado em que já podemos vislumbrar um dia para desligar os aparelhos.</p>
<p>A própria proposta de contagem regressiva nos leva a poder “viver” esse final, coisa rara no enduring ephemeral da web/internet como diz Wendy Chun.</p>
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