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	<title>Gustavo D. Fischer &#187; interfaces</title>
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	<description>Comunicação / Arqueologia da Mídia / Memória das/nas Mídias Online / Tecnocultura / IA-Imagens</description>
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		<title>Fragmentos do debate sobre interface (&#8220;How did we get here?&#8221;)</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[gustavo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[media_archaeology]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia da mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das sensações mais recorrentes que tenho usando a web guarda semelhanças com uma das características do sonho. Me refiro ao momento em que nos damos conta que estamos na nossa história-sonho mas nunca sabemos como fomos parar ali (ver &#8230; <a href="https://gustavofischer.com.br/fragmentos-do-debate-sobre-interface-how-did-we-get-here/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das sensações mais recorrentes que tenho usando a web guarda semelhanças com uma das características do sonho. Me refiro ao momento em que nos damos conta que estamos na nossa história-sonho mas nunca sabemos como fomos parar ali (ver <i><a href="http://www.generationterrorists.com/quotes/inception.php" target="_blank">Inception</a> </i>para mais informações). É exatamente assim que me sinto quando estou parado sobre um texto, um site, vídeo e quebro a &#8220;suspensação da descrença&#8221; de estar inserido na pretensa  invisibilidade da interface parar me perguntar como encontrei aquele conteúdo.  Com a mania de acumulação ou devir de arquivamento (para evitar uma excessiva auto-crítica) me deparo com diversos papers recolhidos que dialogam com meus temas mais caros (interfaces, web, arqueologia, memória, imagem, audiovisual, yada yada yada) e que em momentos de estudo acabo revisitando.  Uma das dificuldades associadas à mania arquivadora (agora misturando os nomes) é tornar o usufruto do acúmulo (leitura, no meu caso) tão veloz quanto à pilhagem de pdfs, docs, etc.<br />
Bom, não há outro jeito senão começar por algum canto. E, enquanto eu estudava <a href="https://www.academia.edu/1984760/Understanding_Media_Archaeology" target="_blank">essa resenha</a> sobre 3 livros importantes relacionados à arqueologia da mídia, foi cotejando com outros materiais que tenho e voltei a olhar este artigo: &#8220;<a href="http://www.obxlabs.net/obx_docs/invisibilities_at_the_interface.pdf" target="_blank">invisibilities at the interface&#8221;</a>.  Ao que parece, trata-se de uma fala feita em um evento chamado &#8220;Technologies of Vision&#8221; realizado em novembro de 1992 (eu tinha 19 anos recém completados!) em Stanford. A fala-estudo possui várias colocações interessantes que aproximam (muito antes de Manovich, Galloway, etc) uma perspectiva tecnocultural a ideia de interface (ainda que essa expressão não seja usada especificamente) em trechos como:</p>
<p><a href="http://gustavofischer.com.br/wp-content/uploads/inveis.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2051" src="http://gustavofischer.com.br/wp-content/uploads/inveis-300x150.jpg" alt="_inveis" width="300" height="150" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Voltei, claro, a googlear o título e vi que estava em uma lista meio bizarra de papers vinculados a<a href="http://www.obxlabs.net/" target="_blank"> este site</a> vinculado a um laboratório &#8220;for experimental media&#8221;.  Então lembrei que &#8211; sabe-se lá como, claro &#8211; parei nesse site em 12 de julho de 2012 e enviei a URL para meus colegas Suzana, Tiago e Sonia.</p>
<p>Além do texto em si, a surpresa desse pdf é o seu final no qual surgem trocas de e-mails entre os autores. e-mails que foram impressos para serem lidos e sublinhados e anotados. fragmentos da própria construção do texto.  Esse fato não tinha sido percebido por mim da primeira vez que cheguei neste texto.  Até por que uma das características da coleta arquivística desenfreada deste que vos escreve é adicionar ao &#8220;How did I get Here?&#8221; o &#8220;I will deal with it later&#8221;.</p>
<p>Mas nada disso é sonho, é só mostragem-montagem: “The work of memory collapses time.” (Benjamin)</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Adeus iGoogle</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 14:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[gustavo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das questões que sempre me aflige na web é a descontinuidade de suas interfaces. Acho que vem do meu desejo de “não botar nada fora” que vitimiza minhas gavetas e armários desde sempre. Só que de fato essa descontinuidade &#8230; <a href="https://gustavofischer.com.br/adeus-igoogle/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das questões que sempre me aflige na web é a descontinuidade de suas interfaces. Acho que vem do meu desejo de “não botar nada fora” que vitimiza minhas gavetas e armários desde sempre.</p>
<p>Só que de fato essa descontinuidade se torna oportunidade, agora que eu passo cada vez mais a pensar sob uma perspectiva “mídia-arqueológica” em relação a essas situações. Mas ainda, na minha cabeça, paira aquela ideia de “quem vai guardar esses momentos?” E como? E, tão importante quanto: o que vamos fazer com esses materiais, como produzimos deslocamentos para fazerem esses materiais produzirem conosco para pensar o que é a web, a mídia e a tecnocultura (audiovisual) de nosso tempo?</p>
<p>É por isso que este primeiro post não começa como um “Hello World”, mas sim com um hello world disfarçado de comentário bem específico: o Igoogle vai morrer em uma semana. Todo o dia (desde que dia? não sei!) eles postam um aviso quando a gente acessa, como esse:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://gustavofischer.com.br/adeus-igoogle/igoogle8days/" rel="attachment wp-att-1920"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1920" title="igoogle8days" src="http://gustavofischer.com.br/wp-content/uploads/igoogle8days-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Update: 30 dias é o tempo de “contagem regressiva” segundo <a href="http://www.seroundtable.com/igoogle-30-day-shut-down-warning-17454.html">esse site.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas é possível pensar como essa crônica online de uma morte anunciada vem sendo construída há um bom tempo,<a href="http://googleblog.blogspot.com.br/2012/07/spring-cleaning-in-summer.html"> mais precisamente desde julho do ano passado.</a>, juntamente com outros serviços (e suas interfaces por conseguinte).</p>
<p>De fato, a morte do igoogle é a tal aposta em uma formatação de “apps” para a web e fora dela, conforme o próprio texto do Google diz:</p>
<blockquote><p>On November 1, 2013, <strong>iGoogle</strong> will be retired. We originally launched iGoogle in 2005 before anyone could fully imagine the ways that today’s web and mobile apps would put personalized, real-time information at your fingertips. With modern apps that run on platforms like <a href="https://www.google.com/intl/en/chrome/browser/">Chrome</a> and <a href="http://www.android.com/">Android</a>, the need for iGoogle has eroded over time, so we’ll be winding it down. Users will have 16 months to adjust or export their data.</p></blockquote>
<p>Haverá espaço na web para um clube dos cultuadores de práticas antigas de “personalized real-time information”? Mais ou menos como um clube que cultua carros antigos. Mas para os usuários que protestam, não é isso que está em jogo, é a perda do conforto de um serviço que vai de encontro a um imaginário de eterno, infinito, 360º de atendimento do google que nos cerca.  A ideia de contagem regressiva e o número de protestos me faz pensar sobre um doente desenganado em que já podemos vislumbrar um dia para desligar os aparelhos.</p>
<p>A própria proposta de contagem regressiva nos leva a poder “viver” esse final, coisa rara no enduring ephemeral da web/internet como diz Wendy Chun.</p>
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